Doença renal crônica em fase terminal das lesões irreversíveis do rim, cujo tratamento de hemodiálise é necessário para manter o controle livre de toxinas. A situação do mercado de trabalho deve ser reforçada. Não não, não, não, cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2 (DM2), hipertensão arterial e dislipidemia; e, por último, obstipação, entre outras condições, pelo declínio do consumo de fibras e água. Todas as ocorrências se tornam mais evidentes quando aliadas ao sedentarismo.

 

O sedentarismo, definir como falta, a ausência ou ausência de orientação de qualquer atividade física é mais recente em uma epidemia do século, conduzindo ao desenvolvimento precoce de várias patologias. Posto isto, a prática da atividade física revela-se de um modo eficiente, bem como, reverter este problema, usualmente, associada à hemodiálise.

 

A física é um tipo de movimento de corpo, que de forma contínua, produz um gasto energético e estuda estudos que são 30 min.

  • Redução do risco de morte prematura;
  • Redução do risco de morte por doenças cardiovasculares;
  • Redução da incidência de DM2 ou melhor do controle das glicemias;
  • O controlo do peso;
  • Manutenção e / ou aumento da massa muscular;
  • Melhoria da saúde mental, diminuindo o stress, ansiedade e depressão.

 

Assim a atividade física assume um papel relevante no combate aos efeitos secundários da hemodiálise, pois permite:

  • Manter a massa muscular;
  • Aumentar o transporte de oxigénio às células, diminuindo a fadiga;
  • Ajudar a travar a anemia por aumento da produção de eritrócitos;
  • Diminuir o risco de doença cardiovascular, dado o maior controlo da pressão arterial, glicemias e perfil de gorduras no sangue;
  • Ajudar na regularização do trânsito intestinal.

 

No momento da escolha do tipo de atividade física deve ter em conta, a frequência com que a pratica, a intensidade dos exercícios e o tempo do treino. A prática de atividade física e desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar e conjugada com uma alimentação adequada, constitui um dos pilares de um estilo de vida saudável

 

Como sabemos, uma pessoa em programa regular de hemodiálise tem uma dieta com algumas restrições, principalmente em fontes de potássio, fósforo e sódio, sendo no entanto esta, hipercalórica e hiperproteica, ou seja, reforçada em energia (hidratos de carbono e gordura polinsaturada) e proteínas.

Quando se inicia a prática de atividade física as características da dieta mantêm-se, devendo contudo informar o seu nutricionista para que este possa adapta-la aos seus novos hábitos de vida.

Embora as restrições alimentares em fontes de fósforo se mantenham, o seu nutricionista poderá liberalizar um pouco a sua alimentação nestas fontes, uma vez o metabolismo aumenta com a pratica de atividade física e este mineral tem um papel essencial no metabolismo dos hidratos de carbono e proteínas, pois é a fonte de energia para processos metabólicos essenciais como por exemplo, contracção muscular, condução de impulso neural, transporte epitelial.

Por sua vez, o potássio e o sódio, não estão envolvidos em reacções metabólicas sendo apenas utilizados para trocas entre o meio intracelular e extracelular. Porém, o potássio é imprescindível para o funcionamento das células nervosas e musculares. A sua principal via de eliminação é a urina, podendo ser eliminado, em menor quantidade, através das fezes. Como tal, a melhoria do trânsito intestinal pela via da atividade física, influencia positivamente os níveis de potássio sanguíneo. Não deverá, mesmo assim, exceder as doses estipuladas pelo seu nutricionista, pois o exercício não estimula grandes perdas de potássio, podendo mesmo nas primeiras horas após termino do exercício, haver um pequeno aumento deste mineral no sangue. O sódio, é eliminado pela urina e suor, pelo que o exercício físico vai estimular a sua perda. Uma dieta pobre em sal juntamente com o exercício permitirá um maior controlo da tensão arterial e da sede, logo, do ganho de peso interdialitico.

Não obstante, a atividade física pode ser relacionada ao maior consumo de líquidos, no entanto, tal não deve acontecer. Assim, deve controlar os exercícios quanto à intensidade, duração e ambiente (fresco) de forma a não promover o consumo excessivo de líquidos, pois a prática de atividade física, juntamente com um ganho de peso interdialitico superior a 4%, pode ter consequências drásticas como a falta de ar, fadiga e sobrecarga cardíaca.

 

Desta forma, torna-se claro a importância de praticar atividade física, independentemente da idade, sexo, estado de saúde, devendo apenas ser adaptado (duração, intensidade e tipo de exercícios) aos diferentes indivíduos, incluindo pessoas em hemodiálise. Este em conjunto com uma alimentação adequada leva a vários benefícios na saúde do doente renal

 

Aconselhe-se com seu médico e nutricionista para melhor sua própria vida.

Fonte: www.portaldadialise.com