Alteração do dimensionamento de profissionais pelo Ministério da Saúde pode prejudicar os pacientes, além de sobrecarregar o trabalho da Enfermagem

Conselheiros federais presentes na 503º Reunião Ordinária do Plenário (ROP), realizada nesta semana na Câmara de Enfermagem do Cofen, em Brasília, assumiu o posto de controle da posição na  1676/2018,  publicada pelo Ministério da Saúde, que trata Sobre Renúncia Crônica – DRC, no segundo do SUS.

O documento do MS reduziu o dimensionamento de Enfermagem Nefrológica no atendimento a pacientes em hemodiálise. Antes da publicação desta portaria, o dimensionamento contínuo de uma  Resolução Cofen 543/2017 , que faz referência ao dimensionamento do quadro de profissionais de Enfermagem. Agora, são 50 pacientes para um enfermeiro e 6 pacientes para um técnico de enfermagem.

A fim de obter o direito de receber os melhores cuidados aos pacientes submetidos a hemodiálise – o procedimento foi mais área.

Manoel Neri, presidente da Cofen, concorda que uma proporção de profissionais para a gestão atual é uma medida que pode acarretar prejuízos para a assistência médica, tendo no momento da consulta os pacientes iniciados durante a sessão de hemodiálise. “É uma queixa de profissionais subordinados para o trabalho de parto ou de morte, para que os trabalhadores sejam assistidos ou para o trabalho profissional, acentuando-se drasticamente a sobrecarga de trabalho que os indivíduos são submetidos”, afirmou.

Diante da situação, o plenário do Cofen determinou que seria realizada uma ação de fiscalização em todo o país no prazo de 30 dias. A voltagem para os serviços de hemodiálise – dos estados brasileiros, priorizando as portas nas grandes e grandes cidades. Além disso, a Procuradoria Geral do Cofen vai analisar a sua capacidade de tomar as medidas necessárias para a expulsão da SM, assim como para deitar ao Ministério Público Federal e Territórios e ao Ministério Público do Trabalho.

 Fonte:  http://www.cofen.gov.br

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